Convido, então, a todos vocês a virarem a página e saborearem essa iguaria nordestina. A cada crônica lida, tenho certeza de que o leitor levará consigo o sabor dos cajus, o cheiro do cuscuz saído da fôrma, e a paisagem nossa do gato pastando... e tudo escrito pela pena atenta e enxuta de um dos nossos maiores gonzaguianos: Wilson sereaine.
